

A reestruturação das carreiras do executivo estadual tem um impacto financeiro mínimo para o governo, mas transformador para quem faz o Estado acontecer. O reajuste proposto no projeto de Reestruturação das Carreiras representaria apenas 1,1% de impacto na folha de pagamento do executivo.* Esse pequeno percentual pode significar a recuperação de até 30% das perdas salariais acumuladas, que já ultrapassam 50% nos últimos anos. Para os servidores, é mais do que um reajuste — é uma chance real de reconstruir sua vida financeira.
O Estado pode pagar!
A economia capixaba está consolidada. O Estado do Espírito Santo já arrecadou R$14 bilhões e deve ultrapassar os R$29 bilhões em receita este ano. Além disso há R$2 bilhões no Fundo Soberano, o que representa praticamente 10% da receita anual do Estado. Com isso, esse valor pode ser usado em investimentos, liberando margem da receita corrente líquida para valorizar os servidores.
Hoje, o governo investe apenas 35,3% da arrecadação nos servidores do executivo — bem abaixo do mínimo de 44,1% previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Há espaço, há recursos, e há uma dívida histórica com quem sustentou o Estado nos momentos mais difíceis.
NÃO VAMOS VIRAR PROMESSA DE CAMPANHA!
Governador Renato Casagrande, chegou o momento de honrar o compromisso com a valorização dos servidores. Eles foram essenciais para o Estado alcançar o selo de “Nota A” — agora, merecem reconhecimento.
NEGOCIA, CASÃO! PELA REESTRUTURAÇÃO DE CARREIRAS
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AÇÕES DA NOSSA CAMPANHA SALARIAL 2025