
Mais de duzentos Agentes de Suporte Educacional de todo o Espírito Santo estiveram reunidos em assembleia, na terça-feira (26), para discutirem os problemas da categoria e deliberarem sobre as reivindicações a serem encaminhadas ao governo do Estado.
Os profissionais reivindicam um Plano de Carreiras que possa corrigir as atuais distorções fazendo o alinhamento de seus cargos à nova política de pessoas implementada pelas Leis 637 E 640/2012.
Uma das principais reclamações é sobre o acúmulo e desvio de funções, muitos servidores realizam tarefas de outros profissionais com atribuições superiores, mas ganham uma remuneração menor. Também denunciaram a alta rotatividade de DT’s, fazendo-se necessário concurso público imediatamente.
Durante a assembleia, os Agentes de Suporte Educacional também discutiram a necessidade de melhores condições de trabalho; revisão do auxílio-alimentação; auxílio transporte, considerando que muitos utilizam o transporte intermunicipal; compensação de horas extras (banco de horas); possibilidade de remoção, conforme previsto na LC 46/94.
O Sindicato defende que o Estado crie uma política que valorize os profissionais da educação. “Acreditamos que só com educadores valorizados é que teremos uma significativa melhoria na sociedade. É fundamental o Governo respeitar os trabalhadores da educação”, comenta Gerson Correia de Jesus.
Sendo assim, após a aprovação por unanimidade, o Sindicato encaminhou as demandas dos trabalhadores ao Governo do Estado com a seguinte pauta de reivindicações:
1) Alinhamento do cargo de Agente de Suporte Educacional à política de recursos humanos implementada pelas Leis 637 E 640/2012;
2) Melhores condições de trabalho (falta de material, água, luz etc.);
3) Revisão do auxílio-alimentação;
4) Auxílio transporte, considerando utilização de transporte intermunicipal;
5) Compensação de horas extras (banco de horas);
6) Possibilidade de remoção, conforme previsto na LC 46/94;
7) A realização de concurso público imediatamente.