

A diretoria do Sindipúblicos, representada pelo diretores José Roberto Gomes, Magna Manoeli e Rodolfo de Melo, junto com o assessor André Carvalho, esteve reunida na tarde desta segunda-feira (06) com os deputados estaduais Danilo Bahiense e Iriny Lopes sendo entregue a pauta de reivindicações da categoria e um diagnóstico do serviço público estadual.
As reuniões fazem parte da mobilização da Campanha Salarial 2022/23, lançada em ato no último dia 01 de fevereiro e tem como tema “Servidor Valorizado, Estado Fortalecido”.

Danilo lembrou de sua atuação como servidor público e a importância da valorização salarial. “Tudo que for pra valorizar o servidor, podem contar comigo.”
Iriny também se colocou à disposição dos servidores na defesa da pauta da categoria. “Estamos juntos. Vocês precisam manter a mobilização e articular para termos força na defesa dos servidores” comentou a deputada.
Os servidores requerem uma recuperação inflacionária visto as perdas acumuladas nos últimos anos de 54,8% (INPC-IBGE) sendo 20,43%* apenas nos últimos quatro anos de Governo Casagrande. A categoria ainda cobra o reajuste ao auxílio-alimentação que está em R$300, bem abaixo dos R$ 728,78 da cesta básica, segundo o Dieese. A pauta ainda contempla o reajuste no valor das diárias; o estabelecimento de uma data base; a implantação de uma mesa de negociação; a valorização e reconhecimento dos servidores aposentados e pensionistas; o pagamento dos precatórios, entre outros.
Durante as reuniões com os deputados, os representantes do Sindipúblicos destacaram a importância do governo atender as demandas. “Valorizar o servidor é fortalecer o Estado. É garantir melhorias no atendimento à população. Estamos perdendo profissionais para iniciativa privada e também para outros poderes e estados. A articulação junto aos parlamentares é fundamental para mostrar a importância da categoria para a sociedade. Contamos com eles para sensibilizar o governador Casagrande.” comentou Rodolfo Melo, vice-presidente do Sindipúblicos.
*Perdas salariais calculadas com base no IPCA/IBGE de 01/2019 à 12/2022 (26,93%), subtraídos os dois reajustes concedidos pelo Governo Casagrande de 3.5% em 2019 e de 6% em 2022, somados 3% referente a alteração da alíquota previdenciária prevista na Lei 931/2019.
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