Governo Hartung é reprovado por mais de 70% dos capixabas

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 hartung pesquisa

Aliada de todas as horas do governador Hartung, a Rede Gazeta até tentou manipular os dados levantados pelo Instituto Futura, invertendo a lógica jornalística em divulgar o maior percentual de aprovação ou reprovação.

Com isso, deu manchete destacando uma minoria, 29,8%, que aprovam o governo Hartung, no lugar de destacar que a ampla maioria dos capixabas, 70,2% não aprova a atual gestão, soma essa alcançada aos que não avaliaram o governo como bom/ótimo (29,8%) somados os que classificam o governo ruim ou péssimo (22,8%), regular (42.3%) e não souberam/quiseram opinar (5,1%)

Número esse bem diferente ao obtido durante as últimas eleições, quando alcançou 53,44% dos votos válidos. Ou seja, na prática o governo perdeu popularidade ao não atender aos anseios da população que se mostra revoltada pela traição do governador que durante a campanha prometeu um “abraço” de amigo, mas tem sacrificado o povo com o sucateamento dos serviços públicos.

Diante de tantos problemas que estão sendo vivenciados, fechamento de turmas e escolas; falta de medicamentos nos postos de saúde; calamidade da saúde do Norte do ES, denunciada pelo MPF, negativa de recomposição inflacionária aos servidores, entre outros, o quadro não poderia ser diferente, o governo tem uma das suas piores avaliações.

Junta-se à isso as denúncias de corrupção que continuam sendo ignoradas pelo judiciário capixaba pela assembleia legislativa que continua submissa, mas que cada vez mais devido as denuncias dos movimentos sociais e sindicais tem ficado visível ao povo.

Às vésperas de eleições municipais, o governador tem articulado com o maior número de prefeitos aliados, para garantir que sua política de massacre ao serviço público e de terceirização por meio de Parcerias Público-Privadas (PPP’s) possam atingir a todos os municípios. O Sindicato reforça ainda a importância de o cidadão avaliar bem as alianças dos candidatos para evitar elegerem políticos que não valorizem os serviços públicos e o bem estar da sociedade.

Não podemos continuar aceitando que o governo estadual pratique pedaladas fiscais com o dinheiro que deveria ser investido nos serviços públicos fazendo doação por meio de renúncias fiscais à um seleto grupo de empresários financiadores de suas campanhas.