

Na última reunião da mesa de negociação permanente, realizada dia 25 de maio, continuaram as discussões quanto a revisão do valor das diárias, o projeto de reestruturação dos cargos extintos em vacância e a definição dos demais abrangidos pela inconstitucionalidade da Lei 187/2000 ainda não abarcados nas definições do IPAJM/Seger.
O Sindipúblicos registrou durante a reunião, sua insatisfação quanto a morosidade do governo. “Estamos com servidores adoentados diante a falta de definição do governo quanto à Lei 187/2000. Outra demanda que tem gerado muita instabilidade e ansiedade é sobre como o governo irá encaminhar a reestruturação dos cargos extintos e em vacância. Sem falar na questão das diárias que o governador nos prometeu ser anunciado em junho e faltando uma semana, não temos o valor definido” posicionou Renata Setúbal, diretora de assuntos jurídicos do Sindipúblicos.
A Seger informou que todas as demandas discutidas com o Sindipúblicos sobre o tema foram levadas ao governador Renato Casagrande e depende agora do mesmo definir junto à equipe de governo o retorno desses três pontos de pauta.
Sobre a situação dos cargos extintos e em vacância, foi informado que será realizada, em breve, uma reunião do Secretário da Seger Marcelo Calmon Dias com o governador para definição quanto ao tema.
Quanto às diárias, já existe um estudo sobre o valor que aguarda definição do governador. Na reunião do dia 11 de maio, foi considerado pelas partes participantes como parâmetro inicial de valor, a Indicação Parlamentar feita pela deputada Camila Valadão (Psol), que encaminhou ao governo a necessidade da correção pela inflação do período (IGP-M), chegando à R$252,86.
Valor esse também amparado pelo estudo realizado pelo DIEESE-ES que analisou as perdas acumuladas dos últimos dez anos, desde 2013, quando foi instituído o valor de R$112 reais pelo governo.
Na reunião, foi informado que a Seger fez os estudos em cima do valor indicado pela parlamentar e agora aguarda a decisão do governador.
Além da definição do novo valor, o Sindipúblicos também tem se posicionado para o governo a necessidade dessa correção ser anual, evitando assim novas perdas.
Quanto à situação da Lei 187/2000, o governo continua analisando o caso dos servidores que ainda não tiveram sua situação funcional definida pelo IPAJM/Seger.
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