Aposentados e carreiras extintas na vacância: Sindipúblicos cobra celeridade nas providências

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Em reunião realizada nesta terça-feira, 13 de setembro, o Sindipúblicos também cobrou do Governador Renato Casagrande celeridade nas providências a serem tomadas para atender os servidores ocupantes de cargos a serem extintos na vacância e para os aposentados.

Foi ressaltado que, em reunião realizada no dia 28 de abril do presente ano, em reunião com representantes do Sindipúblicos e da Associação de Servidores do Incaper (Assin), o governo afirmou ser possível reavaliar a inclusão de cargos a serem extintos na vacância no projeto de reestruturação das carreiras do executivo. Na ocasião, o governador afirmou que “De fato não é justo deixarmos uma parte da categoria sem ser contemplada devido ao cargo estar sendo extinto. Eles continuam atuando. Vamos rever isso”.

Em resposta, o governador afirmou que existe um estudo sendo realizado pela Seger para buscar soluções que abranjam as distintas carreiras e situações existentes. Também se comprometeu a pedir que a Seger busque tratar o tema com a celeridade que o assunto merece.

Seger

Questionada sobre o tema, a assessora especial de relações sindicais da Seger, Marli Breda, afirmou que o estudo ainda não foi concluído porque o tema exige análise detalhada. Segundo ela, são muitas carreiras com estruturas diferentes, o que gera complexidade para a construção de soluções que atendam a todas que foram excluídas do projeto de reestruturação. A expectativa, segundo a assessora, é de que a Seger possa apresentar a resposta sobre o tema até o fim de novembro.

O presidente do Sindipúblicos, Iran Caetano, ressaltou a necessidade de a categoria acompanhar o tema, cobrando soluções que sejam realmente efetivas. Iran ressalta que o projeto de reestruturação aprovado pela Seger não contemplou os servidores aposentados, os que estão em carreiras extintas e aqueles que têm mais tempo no serviço público e estão nas referências finais de carreira. Por isso, a simples repetição do modelo adotado para a reestruturação não é justa e não tem a capacidade de resolver o problema da falta de isonomia entre os servidores.

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