
Foi preciso os servidores ficarem de 15 de julho à 09 de agosto em vigília na frente do Palácio da Fonte Grande para o governo responder a pauta de reivindicações deliberada na Assembleia Geral Unificada e protocolada no último dia 05 de julho.
Passados quase um mês, o documento traz respostas vagas e justificativas não condizentes, sem atender o pleito da categoria. (Confira o documento)
“Casagrande continua sem respostas. Colocaram no papel o discurso vazio que temos escutado em diversas reuniões. Vamos levar esse documento para a categoria avaliar” comenta Gerson Correia de Jesus, presidente do Sindipúblicos.
Para os servidores tomarem ciência da resposta e deliberarem por futuras ações, o Sindicato irá convocar assembleias setoriais.
A insatisfação dos servidores quanto ao alinhamento dos cargos ao Novo Plano de Gestão e Pessoas do Governo afeta praticamente todas as categorias. Algumas sequer foram contempladas, com prazos não cumpridos e outras reclamam que os Planos aprovados não atendem as demandas. Outra reivindicação é a abertura emergencial de concursos públicos para substituir os DT’s.
Entre as reivindicações das categorias, destacam-se:
RTV/ES – Nunca foi realizado um concurso público. Os servidores reclamam de vários prazos não cumpridos pela Seger; aguarda aprovação do Plano de Carreiras e reclamam da insegurança na sede da TVE-ES.
IDAF, Incaper, Iema, DER e Iopes – Reivindicam a revisão dos Planos de Carreiras aprovados que não atenderam as demandas que foram levadas ao governo.
IPAJM – A presidência não consegue resolver a precariedade da sede e não cumpriu o prazo (junho/2012 – Art. 16, LC 501/2010) estabelecido para a publicação do decreto que regulamenta a promoção da categoria.
Ceturb – O acordo coletivo imposto pela diretoria da empresa também não contempla as principais reivindicações.
Junta Comercial, DIO e Ipem – Dentre as reivindicações, destaca-se o reenquadramento do nível médio como médio técnico.
Procuradores de Autarquias – Aguardam resposta do Governo quanto a criação da carreira. Os prazos de respostas empenhados pela Seger não foram cumpridos.