
Apesar da diretoria-presidente do Iema já ter sido comunicada desde maio deste ano sobre o risco que veículos abandonados no pátio estão causando aos servidores e comunidade local, até o momento nenhuma providência foi tomada.
Sucateados, os veículos servem como foco do mosquito aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue e febre chicungunha que pode inclusive levar o paciente óbito. Com o período de chuvas, mesmo com o uso de repelentes, há relatos de infestação de diversos mosquitos nas dependências da autarquia, inclusive presença do mosquito aedes aegypti.
A situação revela o abandono do Iema pela atual gestão e o descaso da diretoria da Autarquia quanto a saúde dos trabalhadores, bem como da população ao entorno. “Além de não termos um plano de carreiras justo olha o ambiente de insalubridade em que temos que trabalhar e conviver no dia a dia. O IEMA é um depósito de lata velha, carros abandonados, lixo e focos de proliferação de doenças para os bairros de seu entorno e seus servidores” desabafa um servidor.
A reportagem do Sindipúblicos buscou o Iema que, em nota, comentou concordar “com a manifestação dos servidores do Instituto realizada em ofício e que já exigiu das instituições proprietárias dos veículos a retirada dos mesmos. Há alguns automóveis a serem doados ao Iema, que está fazendo levantamento para transferência dos veículos e baixa no patrimônio do órgão”.

Ofício encaminhado pelos servidores ao IEMA