

Representantes do Sindipúblicos e do Sindijornalistas estiveram nesta quinta-feira, 13 de novembro, reunidos com o presidente da RTV-ES, Sérgio Egito e o diretor administrativo, José Nepomucemo, para cobrarem um posicionamento quanto à situação em que se encontram as emissoras.
A direção do sistema deu ciência aos sindicatos de que vários processos que estavam paralisados foi dado andamento para atender as principais demandas relativas à equipamentos e estrutura, entre esses, já conseguiu aderir a um registro de preço para a aquisição de 50 novos computadores.
Quanto a falta de condições de trabalho e segurança dos que atuam na Tv Educativa, foi acordado que até o dia 20 de novembro a direção irá providenciar algum tipo de segurança pública ou privada para que fique disponível na área da emissora, evitando assim que novos casos de violência ocorram. Caso não consiga, também foi acordado que os funcionários sejam devidamente dispensados até que um novo local com segurança e condições de trabalho seja providenciado.
Os sindicatos também alertaram à direção da emissora que caso alguma fatalidade ocorra, a direção da autarquia pode ser responsabilizada civil e criminalmente. “Não há como deixar a situação caótica da RTV continuar sem nenhuma providência” alertaram.
Os dirigentes da autarquia se comprometeram ainda em realizar articulações para que, além do reforço da segurança no Carmélia, que se agilize a construção da nova sede das emissoras, que segundo foi informado, será construída na Reta da Penha, próximo ao Shopping Boulevard, em terreno que antes seria ocupado pelo Hospital Infantil.
Quanto ao plano de cargos e salários, os sindicatos comunicam que já estão estudando uma medida administrativa para que consiga enquadrar corretamente os profissionais que desenvolvem funções técnicas.
Os sindicatos comunicam que em breve será convocada uma assembleia para que sejam repassadas as informações detalhadas dos andamentos dos processos sobre o sistema RTV, bem como deliberar por possíveis ações.
Mais uma vez o sindicato vem orientar, conforme já notificamos às emissoras, que caso o local de trabalho não tenha água e esteja oferecendo iminente risco de morte ou dano físico, que comunique à direção da autarquia e os sindicatos, não permanecendo no local, preservando assim o bem maior que é a vida.