

No próximo dia 29 de setembro, às 8h, na Ufes, será realizada uma Assembleia Geral Unificada e um Ato Público para discutir e protestar contra a agenda de retrocessos que vem sendo proposta pelo Governo Federal, com apoio do Congresso Nacional e diversos governadores, entre esses Hartung.
O objetivo é denunciar os prejuízos que serão causados a toda a sociedade e aos trabalhadores ativos e aposentados, tanto os do serviço público, quanto os da iniciativa privada, caso sejam aprovadas as reformas trabalhista e previdenciária, a MP 726/16 e os PLC’s 241 e 257 .
Com um discurso de flexibilização, o atual governo, com o apoio da mídia e do grande empresariado, tem anunciado uma reforma trabalhista que retira direitos históricos como 13º, férias, horário de almoço, entre outros, ficando a cargo do próprio funcionário negociar os direitos junto aos seus superiores, limitando a atuação dos sindicatos.
Para a Reforma Previdenciária, a última proposta anunciada exige ao mínimo 50 anos de contribuição. Ou seja, para aposentar com 60 anos, teria que ter iniciado a contribuir, trabalhar com 15 anos.
Já os PLC’s 241 e 257 propõem o congelamento dos investimentos nos serviços públicos, fim dos concursos e privatização generalizada, entre outros.
Os servidores públicos precisam se unir aos demais trabalhadores para juntos lutarem contra as nefastas propostas que vem sendo anunciadas, que irão massacrar os trabalhadores e acabar com os serviços públicos, entregando à iniciativa privada praticamente todos os serviços hoje realizados pelo Estado.
Toda a sociedade brasileira ficara desprotegida e a Constituição de 1988 será totalmente desrespeitada. Como um poder constituinte pode ter menos força que um governo transitório que sequer foi eleito pelo voto popular?
57/2016
Desmonta os serviços públicos e penaliza a população. Fim dos concursos públicos, demissões e privatização, aumenta a contribuição previdenciária de 11% para 14%, impede aumento de salário (inclusive de aposentados) por 20 anos, entre outros absurdos.
PEC 241/2016
Significa investimentos congelados por 20 anos para saúde, educação, transporte público, moradia, segurança, saneamento, e tudo que seja serviço do Estado.
MP 726/16
Acabou com o Ministério da Previdência e fatiou suas ações: o INSS foi para o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Social e os outros órgãos para o Ministério da Fazenda.