Quarta-feira de Mobilização: Servidores cobram reestruturação de carreira e entrega de estudo pela Seger

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Nesta quarta-feira (2), os servidores públicos do Espírito Santo realizarão um ato em frente à nova sede provisória da Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos (Seger), na Avenida Vitória.

O protesto, organizado em formato de café da manhã, busca pressionar o governo pela entrega do estudo de impacto financeiro da proposta de reestruturação de carreiras, principal reivindicação da Campanha Salarial 2025.

Com o anúncio do ato, a Seger agendou uma reunião às 10h com a diretoria do Sindipúblicos.

🔍 Reunião decisiva com vice-governador

O estudo, prometido pela Seger até junho, é essencial para a reunião com o vice-governador Ricardo Ferraço, marcada para 28 de julho. Sem a apresentação antecipada do documento, o processo de negociação fica comprometido.

📣 “Valorização dos profissionais”

“Nosso objetivo é intensificar a mobilização com objetivo que o estudo seja apresentado pela Seger antes da reunião com o vice-governador”, afirmou Renata Setúbal, presidenta do Sindipúblicos.

Ela reforça que a proposta de reestruturação busca corrigir desigualdades históricas entre os poderes: “Hoje, servidores com formação de nível superior no Judiciário recebem mais por menos carga horária. A equiparação é uma questão de justiça e valorização”.

📊 Proposta busca equiparar salários entre os poderes

O plano prevê a equiparação sos vencimentos do Executivo estadual ao do judiciário.

📅 Orçamento Participativo

Na tarde de quarta-feira, a diretoria do sindicato estará presente na audiência pública sobre o orçamento estadual de 2026, na Serra. Caso o estudo da Seger não seja entregue, novas mobilizações poderão ser realizadas.

⚠️ Salários defasados e expectativas frustradas

A categoria aponta perdas de mais de 50% ao longo de 20 anos, agravadas por longos períodos sem reajuste. As medidas recentes do governo, como o aumento do auxílio-alimentação para R$ 800 e a RGA de 4,5%, apesar de ser um avanço diante aos anos de congelamento, ainda não suprem a defasagem histórica que ocasiona perdas de talentos com alta evasão.

Com mobilização crescente e disposição para o diálogo, os servidores buscam mais que reajustes: querem o reconhecimento concreto de sua importância para o funcionamento do Estado.

 

 

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Texto: Douglas Dantas Foto: Divulgação