

Apesar do avanço nas negociações com o anúncio do governo em rever ainda em 2024 as tabelas dos servidores que estão em cargos extintos ou em vacância e na condução pela Casa Civil, a participação da categoria na próxima Assembleia Geral Unificada é fundamental para que as demais sejam atendidas.
“A mobilização e participação dos servidores nas assembleias anteriores mostrou ao governo a nossa força. Precisamos agora manter essa mobilização para podermos avançar na luta com conquistas” comenta Iran Caetano, presidente do Sindipúblicos.
Para garantir a mobilização da categoria, o Sindipúblicos tem realizado várias publicações em suas redes sociais e site para que os servidores interagirem curtindo, comentando e compartilhando. E nesta quarta-feira, será realizada a AGU em formato de Arraiá da Valorização para esquentar a mobilização. Mesmo quem não puder comparecer pessoalmente, poderá acompanhar online.
“O Sindicato tem reforçado sua atuação na luta e defesa da categoria. Contamos com a participação, seja presencial, seja online, na nossa próxima AGU, que será em clima de arraiá” convida Renata Setúbal, diretora de assuntos jurídicos.
Casa Civil
Na última segunda-feira, 17 de junho, o secretário da Casa Civil, José Maria de Abreu Jr informou que o governo reforça o diálogo e está analisando a pauta da categoria. “Estamos solícitos para analisar junto ao governador as demandas dos servidores. O governo está aberto ao pleito. Já solicitei o impacto financeiro de todas as demandas apresentadas para fazer essa análise no governo do que podemos avançar” comentou José Maria.
Durante a AGU será avaliado a nova fase das negociações com a participação da Casa Civil e o retorno do governo quanto a pauta da Campanha Salarial 2024 que inclui: a recomposição escalonada das perdas salariais; a reestruturação das carreiras extintas em vacância; um auxílio-alimentação digno; a revisão de planos de cargos e salários dos servidores da ativa, a redução das disparidades salariais entre os níveis de escolaridades e o pagamento do Precatório da Trimestralidade.
Margem Fiscal
Os dados econômicos, apresentados recentemente pelo Secretário da Fazenda, demonstram que o Estado tem margem suficiente para atender a pauta de reivindicações.
O Espírito Santo dispõe hoje de um saldo positivo de R$ 9 bilhões nas contas públicas e tem previsão de chegar ao final de 2024 com R$ 10 bilhões em caixa. Enquanto isso, o investimento em pessoal ficou em apenas 37,82% um dos mais baixos em todo país.