

PIB em alta, inflação baixa e dólar em queda superam as expectativas do mercado financeiro
Uma das justificativas dos governos em não ter concedido sequer a inflação em períodos anteriores era a economia em crise, com alta do dólar, PIB em queda e inflação ‘nas alturas’.
No entanto, o balanço de 2023 demonstra uma economia recuperada com a consolidação dos índices econômicos, tendo o Brasil alcançado alta no PIB, inflação estabilizada e dólar em queda, contribuindo para ampliar as exportações e todo fluxo econômico de geração de riquezas e receitas.
PIB
A melhoria na economia superou até mesmo o mercado financeiro que estimava um aumento de 0,8% em 2023. No entanto, de janeiro a setembro de 2023 o Produto Interno Bruto (PIB) já havia crescido 3,2% ante o mesmo período de 2022, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
PIB ES
Segundo informações do Instituto Jones dos Santos Neves, o Espírito Santo alcançou um crescimento de 4,4% no terceiro trimestre de 2023, superior aos 3,2% registrados no país e o maior dos últimos sete trimestres.
O comércio registrou uma impressionante alta de +10,1%, puxado pelo aumento de 23,8% nas vendas de veículos, e os setores da indústria e serviços, ambos com crescimento de 7,6%.
Inflação
Nos últimos 12 meses encerrados em novembro, o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula variação de 4,68%, segundo o IBGE. Os economistas estimam, agora, que a inflação feche 2023 em 4,46% –ou seja, na meta, algo que não acontece desde 2020.
Dólar
Economistas de bancos esperavam que o dólar fechasse o ano cotado a R$ 5,27. A moeda estadunidense vale menos de R$ 5 desde o final de outubro. Em novembro, chegou a baixar a R$ 4,84 e hoje está cotada em cerca de R$ 4,92.
Balança comercial
O saldo das exportações já descontadas as importações foi estimado em 58 bilhões de dólares para o final de 2023. Até o último dia 25, ele já havia chegado a quase 96 bilhões, 65,5% maior que a previsão.
Ou seja, todos os números econômicos demonstram uma economia já consolidada que garante a recomposição das perdas inflacionárias históricas na remuneração dos servidores públicos estaduais, que somadas, ultrapassam 20% nos últimos anos.
“A campanha salarial deste ano terá como foco a recuperação das perdas acumuladas históricas, compromisso assumido por Casagrande durante campanha, que à época disse que para recuperar as perdas era preciso a economia também melhorar. Esperamos que, com todos esses dados, o governo amplie a valorização dos servidores, profissionais fundamentais para essa recuperação econômica capixaba e brasileira. Estaremos mobilizados para garantir essa valorização!” reforça Iran Caetano, presidente do Sindipúblicos.
Fonte: AG; IJSN; Brasil de Fato.