Investigação inocenta militares difamados e caluniados por André Garcia

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Diferente do que o secretário de segurança André Garcia insinuou sobre o assalto no Convento da Penha, que teria sido uma ação praticada por militares, a investigação do delegado responsável pelo caso comprovou que o crime foi praticado por um ex-funcionário e um amigo dele.

Além de cometer de forma irresponsável crime de calúnia e difamação, insinuado na mídia que o crime no Convento tinha tido participação de militares, Garcia durante seus discursos chamou o movimento de “palhaçada” e ainda levantou a teoria da participação de milícias nos crimes e jogou os militares contra a população imputando a eles todo o caos na segurança.

Apesar do governo não assumir a perda de controle, o Espírito Santo viveu dias de terror devido a falta de policiamento e a demora em recorrer ao governo federal, o que gerou os milhares de crimes praticados contra os cidadãos.

Bens bloqueados

Nesta semana, a juíza Graciene Pereira Pinto, da 1ª Vara da Comarca de Alegre, acolheu pedido do Ministério Público Estadual e determinou o bloqueio R$ 240 mil das contas bancárias do secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, André de Albuquerque Garcia, por, segundo a magistrada, descumprimento de uma decisão liminar que determinava que o Estado assegurasse o reinício da realização dos plantões policiais na 6ª Delegacia Regional de Polícia de Alegre, de forma ininterrupta e permanente.

Isso mais uma vez comprova a ineficiência do secretário em gerenciar uma área primordial à sociedade, colocando os capixabas em risco.

A sociedade precisa cobrar do governador e seu secretário que o Estado respeite a Constituição garantindo segurança pública de qualidade com profissionais com salários dignos e condições de trabalho e equipamentos para desempenharem sua atribuições.