Diretor do Sesc-ES diz que servidor está ‘coçando o saco’ na pandemia

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No artigo “Contagem Regressiva” publicado no último dia 30 de abril em seu site, o jornalista Gutman Uchôa de Mendonça, diretor regional do Sesc-ES discorre sobre a pandemia.

Em certo parágrafo, o mesmo critica as medidas adotadas pelos governadores. Nesse ponto, pratica grave julgamento errôneo e ora ilegal dos servidores públicos, justo esses que estão à frente da pandemia nas mais diversas áreas combatendo o avanço do vírus.

Para Uchoa, os servidores estão coçando o saco. “Vejo o povo do meu país, sob o comando arbitrário de uma decisão monocrática do ministro do Supremo Tribunal, Dias Toffoli , transferindo o exercício do poder de Polícia dos prefeitos serem transferidos aos governadores, numa ação política errática, desastrada, infeliz, com objetivos claros de retirar das mãos da presidência da República, ou melhor, de Jair Messias Bolsonaro a condição de coordenador, através do Ministério da Saúde, da política sanitárias, mas com as atribuições de dar dinheiro para governadores irresponsáveis gerirem essa tragédia, com as paralizações de funcionamento das atividades econômicas, mas deixando os servidores públicos em casa, coçando o saco”.

Além de totalmente descabida tal afirmação, é preciso destacar que os servidores públicos mesmo os que estão em teletrabalho, continuaram atuando, atendendo à sociedade.

Servidores esses que recebem as vezes próximo ao salário mínimo e que estão com seus salários defasados em mais de 30%.
Diferente do senhor Uchôa que conforme portal do Sesc está em um cargo com recebimento superior à R$30 mil.

O Sindipúblicos repudia veemente a fala de Uchôa e cobra do Sesc e demais Sistema S posicionamento quanto ao fato praticado por seu diretor. É inaceitável que tenhamos em uma organização que recebe verba pública, sustentada inclusive com o suor dos trabalhadores do comércio, pessoa que insiste em deturpar as determinações constitucionais e sanitárias.

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