De forma ilegal, Ceturb tenta negociação paralela ao Dissídio em andamento

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Nos últimos três anos, os trabalhadores da Ceturb/GV têm sido vítimas de resistência da direção da empresa para cumprir os Acordos Coletivos de Trabalho e assegurar os direitos da categoria conquistados com muita luta. Diante disso, por autorização de Assembleia Geral, o Sindipúblicos instaurou Dissídios Coletivos 2015/2016, 2016/2017 e 2017/2018 na Justiça do Trabalho, tendo decisão favorável garantindo tais direitos.

Os dissídios estão em avançada fase de execução e reconhecidos pela justiça. Com isso, qualquer tentativa de negociação paralelamente formulada pela direção da empresa não tem validade, visto que qualquer acordo tem que ser feito nos autos do processo com a anuência da outra parte legitimada, ou seja, o Sindipúblicos.

Está claro que a estratégia da direção da Ceturb-GV é criar um ambiente de turbulência e racha entre os trabalhadores, buscando enfraquecer a unidade e retardar o cumprimento dos benefícios já assegurados pela Justiça, quais sejam: recomposição da inflação no salário e nas demais cláusulas do ACT de natureza econômica. As condenações judiciais já foram implementadas no salário mensal dos trabalhadores, estando avançada a cobrança das parcelas retroativas.

O Sindipúblicos vem manifestar veemente repúdio à postura da Ceturb-GV e alertar a categoria para que não se deixe enganar ao jogo arbitrário, antiético e terrorista patrocinado pela direção da empresa, buscando desqualificar as conquistas já asseguradas e incorporadas ao patrimônio jurídico dos trabalhadores, disseminando discórdia entre vários grupos de servidores, como se os seus interesses fossem conflitantes e excludentes.

O Sindipúblicos comunica que uma nova Assembleia será convocada após os desdobramentos da próxima audiência. Reforça ainda a importância do fortalecimento da categoria perante a negociação em andamento na justiça trabalhista e tomará todas as medidas cabíveis perante aos fatos que demonstram práticas ilegais por parte da direção da empresa garantindo assim a condução do dissídio.