Arraiá na Fonte Grande cobra respostas do governo

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arraia_fonte_grandeEm vigília desde o dia 15 de julho em frente ao Palácio da Fonte Grande, os servidores públicos realizaram um Arraiá para denunciar a demora do governo em atender a pauta de reivindicações, que inclui a aprovação do Plano de Cargos e Salários de várias categorias ainda não contempladas.

Durante toda a tarde, os trabalhadores discursaram denunciando a situação precária que se encontra o serviço público e a falta de valorização. Para satirizar a situação caótica dos servidores estaduais, foi montada uma barraquinha onde eram servidas comidas típicas ao som de música quadrilha.

Parodiando a situação em Casagrande acolher tantos fichas-sujas em seu governo, os servidores dançaram uma quadrilha para denunciar a ineficiência na gestão do atual governo em todo o serviço público, afetando diretamente a prestação de serviços públicos à sociedade.

“Os servidores não aguentam mais esperar. São reuniões sem nenhuma negociação ou efetividade, apenas remarca-se outra reunião e os pleitos não são atendidos. O governo está falido, não consegue valorizar nem mesmo os seus trabalhadores. A sociedade está nas ruas cobrando e os servidores sofrem com tanto desrespeito. Não aceitamos mais reuniões, queremos as respostas por escrito“ reforça Gerson Correia de Jesus, presidente do Sindipúblicos.

Diversos servidores também discursaram reclamando. “A batata de Casagrande está assando. Vai chegar uma hora que ela vai queimar e não vai demorar muito. Não aguentamos mais a enrolação”, comentou uma servidora.

Outro servidor lembrou dos acordos políticos. “O governador defende tanto um contrato da Rodosol, fazendo várias articulações para o pedágio continuar sendo cobrado do povo, justificando que leis devem ser respeitadas, mas só para o empresariado. Quando é para respeitar as leis que regem o serviço público, ele não está nem aí, rasga completamente a constituição. Como exemplo temos a insalubridade que não existe no Espírito Santo e o auxílio-alimentação de R$ 176,00, que não reajustado desde 1997”.

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