

Entidades estiveram no Palácio Anchieta para o lançamento da campanha pela reposição das perdas salariais de 14,38% de 2020/23.
A semana começou movimentada na cobrança da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos estaduais.
Logo pela manhã, os dirigentes das entidades representativas estiveram no Palácio Anchieta realizando um ato público afixando faixa que cobra a reposição de 14,38% referente as perdas inflacionárias de 2020/23 com o lema: Estado Organizado! Servidor Valorizado?
“Estamos com várias entidades, que representam os mais de cem mil servidores estaduais, esperando que o governador abra uma negociação sobre a RGA. Vamos todos unidos cobrar do governo do Espírito Santo, nota A, a nossa revisão anual. Não adianta fazer o discurso que o estado está organizado, se o servidor não for valorizado” destacou Renata Setúbal, presidenta em exercício do Sindipúblicos.
À tarde será a vez dos dirigentes estarem mobilizados na Assembleia Legislativa levando o pleito aos deputados estaduais, visto que a emenda constitucional n° 23, de 29 de junho de 1999, segundo o Art. 2º determina:
XVI – a remuneração dos servidores públicos e o subsídio de que trata o § 3º, do art. 38, somente poderão ser fixados ou alterados por norma específica, observada a iniciativa privada em cada caso, assegurada a revisão geral anual, sempre na mesma data e sem distinção de índices;
Por isso, a importância da mobilização também junto aos deputados estaduais.
As atividades reforçam o documento protocolado pelas entidades ainda em 27 de fevereiro no governo estadual e entregue também em mãos ao subsecretário da Casa Civil, Sandro Locutor.
No documento, as entidades destacam que o cenário econômico é favorável para que o governo Casagrande recupere as perdas históricas diante do superávit de mais de R$ 6,5 bilhões, sendo R$ 1,88 bilhões de disponibilidade de caixa líquido, conforme SIGEFES para o exercício de 2023; a nota A do Estado do Espírito Santo, atribuída pelo Tesouro Nacional desde 2012. “Todos os estudos realizados, na previsibilidade orçamentária e fiscal, apontam para a possibilidade de recomposição das perdas minimamente apresentadas”, registra o documento.
Confira abaixo os vídeos com depoimentos dos dirigentes.