


Na próxima quarta-feira, 05 de agosto, começam as paralisações nos serviços públicos estaduais. A primeira categoria a parar suas atividades será os profissionais de saúde, que só irá atender a população em casos de urgência e emergência.
No dia 13, acontecerá uma nova paralisação, com a participação de todos os servidores estaduais, incluindo educadores, policiais, agentes penitenciários, profissionais da saúde, além dos trabalhadores públicos lotados nas secretarias e autarquias do estado, como Detran, Faça Fácil, IPAJM, Incaper, Iema etc. Além disso, os servidores do poder judiciário, do Ministério Público, Tribunal de Contas e Assembleia Legislativa também irão parar as atividades. Com isso, o atendimento ao público nos fóruns, as sessões no plenário e no Tribunal de Contas e as atividades do Ministério Público serão afetadas.
As duas paralisações de 24 horas é um alerta ao governo Hartung que os servidores querem negociar a pauta de reivindicações e não aceita mais aula sobre como forjar uma crise, sem dados concretos.
Os servidores já protocolaram a pauta de reivindicações desde o dia 24 de agosto, e o Estado tem dez dias corridos para iniciar as negociações e até 30 dias para atender as demandas, caso contrário os servidores podem deflagrar uma greve geral.
Até o momento o governo não convocou os servidores para negociar a pauta de reivindicações chegando à intimidar os trabalhadores enviando uma carta com um discurso de crise e se exaltando por estar pagando em dia, como se não fosse um dever constitucional tal obrigação.
Diante dos fatos, o Fespes, Fórum das Entidades dos Servidores Públicos do ES, tem mobilizado os servidores de todo o Estado para a paralisação geral do dia 13 de agosto e já se movimentam para a deflagração de uma greve geral.