

Reunidos em Assembleia Geral Extraordinária nesta sexta-feira, 29 de abril, os servidores da Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo (Oses) cobraram o fortalecimento da Instituição com a devida valorização.
Os servidores defenderam a necessidade de concurso público para suprir a demanda de falta de profissionais que atualmente vêm sendo preenchido por Designação Temporária. Também criticaram a proposta do governo em criar uma organização social (OS) para gerenciar a Oses.
O vice-presidente do Sindipúblicos Rodolfo de Melo colocou que a Secult sequer apresentou as informações demandadas pelo Sindicato em reunião, gerando mais dúvidas que esclarecimentos.
“Não sabemos se é estratégico ou se de fato não tem essas informações. Mas vários questionamentos de como seria o gerenciamento da Orquestra, contratações, salários dentre outros não souberam nos responder”.
Iran Caetano, presidente do Sindicato complementou que a criação de uma OS seria uma incoerência.
“Como o Estado realiza um projeto de reestruturação do serviço público defendendo que é para melhorar a gestão e quer entregar uma instituição histórica, que é a Orquestra, para a iniciativa privada por meio de O.S. Nós somos contrários! Defendemos o concurso público, a autonomia da Orquestra. Caso seja necessário que realize a sua autarquização.”
A reunião contou com a presença de vários servidores DT’s que também se mostraram preocupados com o futuro da OSEs.
Em consenso, ficou acordado que o Sindicato encaminhará a discussão junto à Seger para que sejam esclarecidas as dúvidas dos servidores e defenda a realização do concurso com a manutenção temporária dos profissionais temporários que estão em atuação.