
Diante no julgamento do processo sobre o auxílio-alimentação, os servidores reunidos em assembleia geral, realizada durante o Apagão desta sexta-feira, 29 de julho, em frente ao Tribunal de Justiça, deliberaram por intensificar as manifestações para sensibilizarem os desembargadores a julgar improcedente o Incidente provocado pela desembargadora Janete Vargas.
Sendo assim, o Sindicato irá realizar atos semanalmente no Tribunal de Justiça para garantir o acompanhamento do julgamento do processo.
Há dois anos os servidores estão esperado que o TJ confime a decisão do juiz de primeiro grau que reconheceu o direito dos servidores ao pagamento do auxílio alimentação, como já recebe os próprios magistrados e outras categorias do funcionalismo público no Espírito Santo; também estão desde 2014 sem a revisão geral anual, que é constitucional mas segue sem o governador Hartung cumprir esse direito.
Durante o apagão desta sexta-feira, o funcionalismo público estadual bateu panelas vazias que remete ao achatamento salarial e a não concessão do auxílio-alimentação e também cortaram um bolo para “descomemorar” esses dois anos de negativas de direitos.
O ato contou com a presença de servidores de várias secretarias e autarquias que em suas falas destacaram o aumento do caso de corrupção no governo Hartung, como a compra superfaturada de repelentes; a omissão na cobrança aos sonegadores; a concessão de incentivos fiscais bilionários, ocasionando um rombo nas contas públicas; o arrocho salarial; e os cortes nos serviços essenciais à sociedade com o intuito de privatização e terceirização dos serviços públicos.