

Diferente do tratamento dispensado à políticos, que possuem militares à disposição como seguranças particulares, a Polícia Militar do Espírito Santo, por meio do tenente coronel José Dirceu Pereira, chefe do Centro Administrativo do Quartel do Comando Geral, à pedido do Comandante Geral, coronel Nylton Rodrigues Ribeiro Filho, determinou que todos seus militares saiam às ruas , inclusive as grávidas e/ou que estão com restrições médicas ou qualquer outro militar que atua em escala especial e nos setores administrativos.
A determinação não respeita nenhuma prerrogativa constitucional e coloca em risco a vida de gestantes e demais profissionais que atuam estritamente no setor administrativo.
O fato revela o desespero do governador Hartung em tentar estabelecer a ordem no Estado, visto que sua mão de ferro, que negou todos os pleitos dos militares, fez aumentar a insatisfação da categoria causando vários distúrbios psíquicos junto aos militares que sofreram e continuam sofrendo retaliações por terem lutado no intuito de melhorar as condições de trabalho e salariais.
Colocar profissionais nessas condições nas ruas ferem os preceitos dos Direitos Humanos fazendo com que o Estado brasileiro possa mais uma vez ser penalizado na ONU devido a ingerência do governo Hartung.
