Lelo Coimbra e Marcus Vicente votam a favor da corrupção e do caos no Brasil

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Um dos mais fervorosos defensores da política de corrupção institucionalizada  do governo Temer, o deputado Lelo Coimbra (PMDB) confirmou sua posição e votou a favor do presidente. Além dele, Marcus Vicente (PP) também foi contra o apelo nação brasileira e dos Capixabas durante sessão da Câmara realizada nesta quarta-feira (02).

Por 263, contra 227, a Câmara dos Deputados rejeitou nesta quarta-feira (2) a denúncia da Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva. Dos 513 deputados, 19 se ausentaram e dois se abstiveram. Com isso, a acusação contra Temer ficará parada no Supremo Tribunal Federal (STF).

Lelo e Marcus Vicente defenderem o apoio ao presidente usando o frágil argumento de estabilidade, o que o presidente Temer e seus aliados, passados um ano não conseguiram, visto o alto índice de desempregos e preços subindo, com uma inflação maquiada.

“Pela estabilidade econômica, pela geração de emprego e renda, pelo controle da inflação e pela queda dos juros, em nome do Espírito Santo e do Brasil eu Voto Sim” declarou Vicente. Já Lelo diz ter votado “pelo fortalecimento da jornada de restauração da economia em nosso país”.

Os demais oito deputados pelo Espírito Santo votaram pelo recebimento da denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB): Carlos Manato (SDD), Evair de Melo (PV), Givaldo Vieira (PT), Jorge Silva (PHS), Helder Salomão (PT), Norma Ayub (DEM), Paulo Foletto (PSB) e Sérgio Vidigal (PDT).

 

 

A acusação

A acusação de Janot se baseia nas investigações abertas a partir das delações de executivos da empresa JBS no âmbito da Operação Lava Jato. Em março deste ano, o ex-assessor do presidente e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) foi filmado, saindo de um restaurante em São Paulo, com uma mala contendo R$ 500 mil. Segundo a PGR, o dinheiro era parte de propina e destinava-se a Temer. A defesa do presidente nega.

 

Próximos passos

Com a rejeição, a denúncia ficará parada no Supremo, e o caso só poderá ser retomado quando Temer deixar a Presidência, momento em que já não será mais necessária autorização de um órgão externo para que o Judiciário acolha a denúncia e abra o processo.

Quando Temer estiver fora da presidência e sem o chamado foro privilegiado, caberá a um juiz de primeira instância analisar a denúncia. Tal procedimento costuma ser mais rápido e simples, já que a decisão é individual. O juiz será designado pelo STF, após avaliação de onde teria ocorrido o delito.

Assim como no STF, não existe na primeira instância um prazo definido para a instrução criminal e o julgamento final.

 

 

Fonte: GazetaOnLine; G1; A Gazeta e Jornal A Tribuna.