

O abandono das escolas estaduais pelo governo Hartung foi destaque mais uma vez em uma sessão na Assembleia Legislativa no último dia 19 de dezembro. Enquanto isso, a Secretaria de Educação gasta milhões em propaganda das unidades da Escola Viva.
Conforme levantamento apresentado pelo deputado Sérgio Majeski (PSDB), em torno de 400 unidades escolares encontram abandonadas pelo governo estadual, faltando insumos básicos na condução de uma escola além da falta de pessoal.

Na maioria das escolas não tem, sequer, por exemplo, uma pessoa para ficar na biblioteca. “Onde já se viu uma escola funcionar assim? E olha que não estou falando nem de bibliotecário, mas de um funcionário” denuncia o deputado.
Entre as escolas precárias estão Theodomiro Ribeiro Coelho, Presidente Médici, Zaira Manhães de Andrade, Joaquim Barbosa Quitiba e Saturnino Rangel Mauro, localizadas em Cariacica; Professor João Antunes das Dores, Sizenando Pechincha e Silvio Egito Sobrinho, localizadas na Serra; Nestor Gomes, em São Mateus; e Baixo Quartel, em Linhares.
Majeski vem denunciando a política educacional do governo do Estado desde o início desta legislatura, alertando sobre a maquiagem da Escola Viva, que tenta esconder as deficiências do sistema. O projeto de vitrine da gestão estadual foi criado em 2015.
Diante as denuncias, os deputados aprovaram dez indicações ao governo Hartung para realizar melhorias de infraestruturas das unidades, como ampliação e reforma das instalações; melhorias no sistema de internet e aquisição de equipamentos para o laboratório de informática; construção de auditório; climatização das salas de aula; compra de bebedouros e cadeiras para auditórios.
É um absurdo a necessidade do governo necessitar ser acionado para garantir condições mínimas de atuação dos professores na manutenção de uma educação de qualidade à população. É preciso que a comunidade escolar rejeite nas urnas os candidatos apoiados pelo governo Hartung que virou as costas para a educação.
Com informações da Ales e Século Diário