

O governo Hartung finalmente começa a colocar em prática a segunda – e categórica – fase da farsa de “Salvador da Pátria”. A tática cruel utilizada pelo governador consiste, num primeiro momento, em pregar o caos. O arremate final para a prática política de gosto duvidoso é aparecer com bilhões em investimentos, apresentando o governador Hartung, assim, como salvador da pátria. Divulgado pelo governo do Estado na última semana, o Plano Plurianual (PPA) 2016-2019 é a primeira peça concreta do governo Hartung para início à segunda etapa da jogada.
Num primeiro momento, o governador manipulou dados, escondeu o dinheiro que existe (sim!) no caixa do Tesouro Estadual – conforme já foi atestado por relatório técnico do Tribunal de Contas (TC-ES) –, fez cortes de verbas da gasolina da polícia, demitiu servidores da saúde e reduziu os repasses para a educação, sucateando os serviços públicos essenciais e deixando a população capixaba sofrer bastante. Agora Hartung divulga, via PPA, que prevê investir R$ 7 bilhões durante sua gestão. Posando de “salvador”, o governador quer fazer acreditar que seu governo investe no Estado.
A dúvida que fica com o anúncio do governo é: onde está a tal crise, tão divulgada e amplamente repetida pelo Executivo? A verdade é que, seguindo à risca a sua tática, começa a chegar a hora de a farsa do caos, plantada pelo governador, dar lugar a benfeitorias que remetam à imagem de “Salvador da Pátria”.
A tática já é velha conhecida dos capixabas. Na primeira vez que esteve à frente do Executivo, Hartung também manipulou números e encerrou sua gestão dizendo que havido “arrumado a casa”. Mas os capixabas e os servidores públicos estão atentos à farsa. Diante da tática perversa, que se concretiza dia a dia nos atos da gestão estadual, os funcionalismo público realiza um Apagão de Todos os Serviços Públicos Estaduais, nos dias 15, 16, 17 e 18 de setembro.
Vamos mostrar ao governador que essa estratégia já está manjada e que os capixabas não aceitam mais serem enganados.
Servidor, engaje-se nesta campanha. “Hartung, esse abraço eu não quero”. O Estado vai parar!