Servidores cobram de Casagrande compromisso da recomposição inflacionária

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Em novo ofício encaminhado esta semana, a Pública/ES-Central do Servidor, na qual este Sindipúblicos é filiado, cobrou novamente ao Governador Renato Casagrande que seja cumprido o dever Constitucional e também assumido ainda em campanha de recomposição salarial da inflação do último período.

O documento reconhece que “a famigerada Lei complementar Federal 173/2020” veda qualquer reajuste até dezembro deste ano, porém destaca a importância da abertura de negociação para que em janeiro de 2022 os servidores tenham seu direito garantido.

“Até o momento são três anos de governo igual ou até pior do que anteriores em desrespeito ao funcionalismo público. Insiste em não recompor a inflação e cada hora inventa uma desculpa. Mas para outras categorias, como os militares, concedeu. Não há por que diferenciação das categorias. Além do dever Constitucional, Casagrande assumiu também compromisso em campanha que iria recompor se não toda, boa parte das perdas. No entanto, seu governo aumentou as perdas, inclusive impondo uma alta alíquota na nossa previdência. As eleições estão chegando, será que vai ter coragem de nos pedir voto tendo nos massacrado? Esperamos que este ultimo ano ele corrija esse grave erro cometido” desabafa Tadeu Guerzet, presidente do Sindipúblicos.

O ofício além de citar o dever constitucional pela recomposição, reforça o superávit de R$1 bilhão e destaca a “dedicação exemplar e trabalho intrépido realizado pelos servidores deste Estado nos anos de 2020 e em 2021, garantindo provisão de serviços públicos de qualidade na crise derivada da pandemia da Covid-19”.

Por fim, o documento finaliza com um sinal de alerta ao governador, “que os servidores já tem esta pauta como prioritária e estarão mobilizados para a efetivação deste pleito.”

Perdas
Conforme estudo realizado pela Pública-ES, de 2013 até o momento já são 50,88% de perdas salariais, o que representaria 33,72% de redução no poder de compra dos servidores. Vale destacar que é considerado 0 ano de 2013 devido ser quando foi implantado o regime de subsídio.

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