Rejeitado nas urnas, defensor da Reforma Trabalhista, Magno Malta, quer virar ministro

Os capixabas rejeitaram nas urnas o senador Magno Malta que obteve apenas 17,05% dos votos. Ou seja, foi rejeitado por 82,95%.  Resultado esse da sua atuação contra os trabalhadores que perderam direitos e foram massacrados pelos projetos aprovados e defendidos por um dos maiores defensores de Bolsonaro.

O senador votou favorável à Reforma Trabalhista e a Terceirização; tem se posicionado a favor da proposta em tramitação da Reforma da Previdência; votou a favor da PEC dos Gastos (241).

Ou seja, das quatro votações, todas atuou contra as demandas da sociedade e dos servidores. Ao ser a favor da PEC dos gastos, atuou contrário às necessidades do país em garantir serviços públicos de qualidade à população, limitando assim os investimentos à inflação do período, muitas vezes bem aquém das demandas sociais.

Além disso, em 2018 já gastou mais de R$ 285.603,30 de cota parlamentar, sendo o senador mais oneroso aos capixabas; recebe auxílio-moradia e mantém 44 pessoas atuando em seu mandato.

Justificando sua derrota, Magno Malta, tem dito que “a urna é um detalhe e quem escreve a nossa vida e a nossa história é Deus.” No entanto, a perda do senado não garante de fato que os trabalhadores ficarão livres de suas propostas contra os brasileiros. Além de sua esposa, Lauriete ter sido eleita, onde deverá seguir a pauta do marido, também tem manifestado a intenção de um cargo em um futuro governo Bolsonaro.

Em agosto chegou a afirmar na imprensa capixaba que, caso Bolsonaro seja eleito, ele almeja ocupar o cargo de ministério da Defesa, da Segurança Pública ou até das Relações Exteriores.

No entanto, seria uma total contradição tornasse ministro de Bolsonaro. Isso seria rasgar todo discurso do candidato à presidência que defende severas punições à bandidos, inclusive políticos denunciados por corrupção e demais crimes. Malta além de atuar contra a sociedade, recentemente foi denunciado por ter praticar diversos crimes durante atuação na CPI da Pedofilia, chegando a colocar atrás das grades um inocente.

É preciso que o próximo presidente coloque em seus cargos apenas pessoas idôneas que de fato venham defender as necessidades da sociedade brasileira.

Com informações de A Gazeta, Século Diário e Veja.