Mais de 150 ASE’s participam de assembleia e decidem manter mobilização

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Em assembleia realizada nesta quarta-feira, 19 de janeiro, os Agentes de Suporte Educacional, os Auxiliares de Secretaria Escolar e os Cuidadores definiram manter a mobilização na luta pela pauta encaminhada ao governo.

Mais de 150 servidores da educação de todo o estado participaram da Assembleia – de forma online – expondo suas insatisfações por terem sido excluídos da concessão do abono de R$6,5 mil garantido aos demais profissionais da área.

Diante ao anúncio de reunião com o governo no próximo dia 31 de janeiro, a categoria deliberou por realizar uma manifestação (tomando todas as medidas preventivas à Covid-19, com distanciamento, local aberto e uso de máscara) e nova assembleia na mesma data para avaliarem a proposta a ser apresentada pelo governo.

“O Sindicato está na luta com a categoria da educação. Reforçamos sempre a importância da participação de cada servidor nos atos e assembleias. Vamos juntos garantir esse direito! É inconcebível o governo, que se diz defensor da democracia e da educação, ignorar o pleito de uma categoria que esteve durante toda a pandemia atuando presencialmente” destaca Iran Milanez, presidente do Sindipúblicos.

Conforme a pauta de reivindicação encaminhada ainda em 2021, os profissionais requerem a paridade na concessão de direitos funcionais e financeiros com os professores da educação básica estadual, tendo em vista que compõem o mesmo ambiente educacional, grau de importância e relevância para a comunidade escolar; a revisão da Tabela de Subsídios e Vencimentos para conceder reajuste da remuneração em até 25% (vinte e cinco por cento) retroativo a janeiro de 2021; além da concessão de abono anual referente ao ano de 2021, no valor de R$6.500,00 (seis mil e quinhentos reais), a ser pago em janeiro de 2022.

Os ASEs destacam que a concessão do abono é possível visto que os valores do FUNDEB passaram a ser autorizados para a valorização de toda comunidade escolar, não apenas para os professores.

Os servidores da educação não descartam a possibilidade de deflagração de greve e paralisações caso a negociação com o governo não avance.

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