Incaper trai servidores e encaminha à Casagrande atualização de tabela apenas para pesquisadores

Artigo – A ESTABILIDADE
27 de agosto de 2021
Entidades manifestam apoio aos servidores e repúdio à diretoria do Incaper
1 de setembro de 2021

O Sindipúblicos teve acesso ao ofício Nº 149/2021 INCAPER/DP encaminhado ao governador Renato Casagrande no último dia 19 de agosto assinado pelos diretores Cleber Guerra, Sheila Prucoli e o presidente Abraao Carlos Verdin Filho reivindicando uma correção no percentual de acréscimo no subsídio apenas para os pesquisadores.

Segundo o documento, o percentual seria na ordem de até 30%. Apesar de justa reivindicação, inclusive defendida também pela Assin e Sindipúblicos após discussão realizada no Seminário “O Incaper que queremos”, a diretoria do Instituto ignorou totalmente as demandas das demais categorias.

A Assin e o Sindipúblicos destacam a importância da correção na tabela de todos os profissionais que atuam no Incaper e destacam que “menos de 30% das tecnologias usadas no Espírito Santo foram geradas ou validadas pela pesquisa do Incaper. A Extensão Rural tem buscado essas tecnologias fora do estado e as adaptado às nossas condições” dados que reforçam a importância de uma correção conforme discutida no seminário e aprovada pela categoria.

“A reação de todas as categorias que compõem o quadro de servidores do Incaper diante deste ofício protagonizado pela diretoria do Incaper, além de trazer uma decepção e tristeza nos servidores, pode causar uma ruptura da unidade institucional entre a pesquisa e a ATER. A lisura e a transparência nas discussões na reestruturação de cargos e salários desde 2019 num seminário único (Incaper e Assin), sempre foi a proposta da Assin. Não é aceitável esta ação isolada por parte da diretoria. É fundamental a participação de todos que representam esta diversidade, na Assembleia do dia 02/09, para que não sejamos atropelados como instituição, pois todos somos merecedores de valorização na execução de nossas funções. Este é um momento único onde está em xeque nossa unidade, e nossa força nesta luta pelos profissionais da nossa instituição.” avalia Maisa Moreira Costa, presidente da Assin.

Diante ao gravíssimo fato, o Sindipúblicos e a Assin reforçam a convocação para a Assembleia Geral Extraordinária no próximo dia 02 de setembro, às 9h, no Ginásio Paulo Pimenta, na SESPORT, e online, onde serão discutidos a atitude da direção do Incaper e as devidas deliberações quanto o andamento do Concurso Público do Incaper; a reestruturação de Cargos e Carreiras e Tabela Salarial, dentre outros assuntos. Confira aqui o edital.

34 Comments

  1. JOSE ALTINO MACHADO FILHO disse:

    É um absurdo uma matéria desta. O Sindipublico esquece que representa a pesquisa do Incaper e a Assin sequer tem 5% dos pesquisadores em seu quadro justamente por não nos representar. E essa mesmo deveria saber que desde 2013 é a única categora do Incaper não contemplada por progressão e formulação de seu plano de cargo desde que o cargo foi novamente criado. Antes de dar voz a esta falácia deveria ter procurado os pesquisadores para ouvir o outro lado. Exijo direito de resposta. Vou procurar o jurídico.

    • Márcio disse:

      Existem na Assin vários de pesquisadores que atuam nela e fazem contribuições extremamente valiosas e talvez você não os conheçam. Mas, o que reflete na reportagem é uma fatia dos pesquisadores os quais, infelizmente, só vem as suas próprias necessidades e esquecem dos servidores como um todo, de como a engrenagem Incaper funciona. Em tempo, há vários e diversos projetos de pesquisas no Incaper são realizados por servidores da extensão, ou seja, a pesquisa no Incaper NÃO É REALIZADA EXTRITAMENTE POR PESQUISADORES!.

      • JOSE ALTINO MACHADO FILHO disse:

        Muito pelo contrário. Pauta nossa que sempre foi colocada e abandonada em benefício do ganho coletivo. Chega!. Estamos pedido reconhecimento de titulação desde 2004. Problema que não tem em outras carreiras e vocês nunca nos apoiaram. Novamente, falácia sem números. Devia se calar e respeitar o pleito assim como a categoria de pesquisadores nunca se opuseram a pleito de ninguém.

        • Márcio disse:

          Mas hein, fica bravo não… Isso faz mal para o coração. Além do mais a Assin, o Sindipúblicos e eu nunca disse que o pleito não relevante, o problema é que não é só este pleito que é relevante… Mas fica na paz irmão…

        • Márcio disse:

          Ah, outra coisa: a diretoria do Incaper não poderia tomar partido apenas de um cargo específico em detrimento das demandas dos demais. Isso incorre em crime de responsabilidade, por mais que reivindicação seja legítima.

    • Márcio disse:

      Ah, em tempo: temos categorias no Incaper que desde o ano de 2008 não foram contempladas no plano de cargos e salários, quando passamos pela reestruturação enviesada via subsídio.

      • JOSE ALTINO MACHADO FILHO disse:

        Grande mentira. 2011 Somente os administrativos e profissionais de campo foram contemplados. Nós pesquisadores ficamos calados.

        • Márcio disse:

          Bom, cada um pode enxergar a realidade distorcida a sua vontade. Ano 2008, servidores passam ao subsidio: nível superior inicial passa de 1,8 para 3,6 mil ao mês, outras categorias não receberem nada, só pra constar a Assin cobrou tabela para contemplar todos os servidores. O ano era 2012, atualização para nível superior de 4 classes e nível médio 3 classes seguindo o alinhamento de todas as categorias do estado, e só pra constar Assin cobrou a manutenção da promoção por titularidade e percentual maior para valorização da última referencia, além de que fossem dispostos 4 referencias a todas as categorias, ah e foram concedidas 2 referencias a todos os servidores. Mas, diferente de um grupo de pesquisadores, a Assin sempre pautou uma proposta única que vise a melhoria como um todo para os servidores, claro que nem sempre logramos êxito. Em tempo, se achar que o pessoal de campo que ganhava 800 passou a 1250 reais é ser contemplado, lembre-se que o valor inicial, com descontos, era menor o salário mínimo e o inicial e dos administrativos passou 1250 para 1600 reais, já no meu caso, nível superior, também uma acréscimo por conta das referencias de cerca de 350 reais…

    • Então porque a diretoria esqueceu os demais, pois pesquisa sem extensionista, fica só na pesquisa, creio que seria de bom acordo se vc sugerisse a diretoria consultar tanto a Assim como o SINDIPULBLICOS, e não tomar iniciativa sem considerar os demais, que também contribuem com a pesquisa, e principalmente no auxilio e na divulgação da mesma. Assim considero sua revolta porém nem pais democrático devemos ou não sermos honestos com aqueles que são nossos companheiros no dia-a-dia?

      • JOSE ALTINO MACHADO FILHO disse:

        Em país democrático, se respeitaria o fato de um grupo não se sentir representado por determinada entidade e ir atrás por seus próprios caminhos. Há anos os pleitos da pesquisa ficaram pra trás pela Assin e Sindipúblicos. Um pleito não invalida o outro. E quando outras categorias tiveram o que queriam, a pesquisa nao saiu jogando pedra. A extensão mesmo teve sua lei de progressão desde que saiu o último plano. E nós ficamos sem nos últimos anos e a associação cruzou os braços. Você mesmo deve estar umas 4 letras a minha frente além de ter sua chefia reconhecida. Nem isso ainda temos, contudo as nossas coordenações também ficaram de fora. Você foi privilegiado colega e não lhe obrigamos a nos esperar. Por isso defende quem te adoçou. Continue lutando pelo seu grupo e se você conseguir de novo não vamos te apedrejar. Mas não propague discurso de ódio. Você está tomando um veneno esperando que outro morra.

        • Márcio disse:

          O Zé, ninguém está impedindo você ou os seus companheiros da pesquisa a buscarem melhorias. Como sei que nos últimos 13 anos tem acontecido com a pesquisa e parece não dado resultado como você mesmo reportou. O que não pode é a diretoria do Incaper, sabendo que há uma discussão para o PCS de todos os servidores, tomar partido apenas dos pesquisadores, isso é inaceitável! Assim como se fosse outra categoria qualquer por exemplo, inclusive a minha! As progressão do PCS que diz é a mesma estrutura da dos pesquisadores, assim como antes de 2012. Como você não participa das discursões acho que não sabe como está a situação do Incaper, pois eu estou na Classe II, porque consegui inserir minha especialização na regra de transição, e lá se vão 8 anos, mas ainda há colegas que irão 10 anos de Incaper, que neste período fizeram o mestrado, que continuam na Classe I. E outra, não sou e nem nunca fui chefe de nada, pelo contrário, sempre, desde que entrei no Incaper, tive chefe pesquisador. Ninguém me adoçou, por isso nunca desisto da luta dos servidores do Incaper, por que se pra mim está insuportável, a empatia pelos os outros colegas me faz querer o melhor para todos! Inclusive para os pesquisadores!

          • JOSE ALTINO MACHADO FILHO disse:

            Quem foi chefe foi outra pessoa que eu respondi. Se segura márcio. Nunca falei que está bom pra alguém. A outra categoria que comparada a minha recebeu coisas que eu recebi e não tem problema. O problema são as reações agressivas, não a diretoria, ou ao ofício, mas agressivas ao nosso pleito e a nossa categoria. Nem vou mais te responder. Você quer interpretar como quer para aproveitar a oportunidade de se amostrar. Candidata a próxima chapa que seu discurso ta agradando.

        • Maria angelica Sanchez - Sooretama disse:

          Só uma dúvida sr. José Altino esse Diretor do Incaper representa só os pesquisadores? Pq no caso ele foi atrás da causa de vcs e esqueceu os demais profissionais ( quem deveria ir atrás é vcs pesquisadores, certo?). E pelo que entendo quem representa a luta dos servidores nao é patrão, e sim sindicato! Pelo que li na lei esse senhor que está como direto pode até ser exonerado pois sendo ele também beneficiário do que está pedindo estaria agindo em causa própria certo?

          • JOSE ALTINO MACHADO FILHO disse:

            Onde defendo o ofício? Como eu disse em assembléia. A matéria nos desrespeita. Desvaloriza minha categoria e desrespeita o pleito. Simples. Vocês podiam repudiar o quanto quizesse a atitude da diretoria que enquanto diretores, se tornaram representantes da política atual do governo. Diretoria e governo sempre atende solicitação a prestação. Quando não foi assim? E infelizmente. Mas associação e sindicato cobram pra nos representar. De mim igual de vocês. Mas sempre acham que as demais classes são injustiçadas e a nossas pautas sempre indo pra debaixo do tapete por semos minoria. Pronto.

        • Márcio disse:

          Bem, simploriamente, não faço discurso. Muito menos igual ao seu na assembleia para, como vc mesmo disse: “se amostrar.” Não sou candidato a nada, mas sempre defenderei todos os servidores, inclusives meus amigos pesquisadores. Eu sei muito bem reconhecer o que são análises específicas de cada servidor e suas frustações, revoltas, e o que são pauta da categoria que representa uma classe. Mas vc ainda acha que essas análises são pior do que a atitude da Diretoria do Incaper?!?! E você ainda não comprrendeu que ninguém recebeu nada. Muito menos as categorias equivalentes ou muito menos a categoria do pesquisadores foi excluída das reivindicações. Ah, vc sim tem um bom discurso, poderia formar uma chapa para disputar as eleições. Seria uma boa opção para liderar a Assin nas novas negociações com o governo.

  2. Verdin disse:

    Uma vergonha isso, em tempos de dificuldades para todos, um pequeno grupinho que não chega a 40 servidores tentando tirar vantagem em cima de mais de 500 outros servidores públicos que estão sendo deixados de fora desse pedido. Uma aberração, pesquisadores que estão como diretores do INCAPER pedindo reajuste salarial exclusivo para a categoria a qual estão vinculados ao estado, isso é imoral.

    • JOSE ALTINO MACHADO FILHO disse:

      Primeiro você deveria usar seu nome. Segundo, justamente por ser menoria que só fomos abandonados. Se fosse certo e honesto o que você diz não se apropriaria do nome do diretor. E outra. Justamente o contrário. Nós é que cansamos de ser deixados de fora dessa representação que líderes só ganham promoção e chefias a custas de fazer gado como você abrir mão de nossas pautas.

    • Tião disse:

      Esses pesquisadores aí de Linhares precisam trabalhar mais para o incaper e parar de se dedicar ao particular principalmente dando aulas

      • JOSE ALTINO MACHADO FILHO disse:

        Primeiro. Não dou aula. Mas gostaria. Segundo amigo. Dar aulas é a única atividade que somos permitidos e estimulados por lei. Pois o governo considera que com tanto investimento em nossa educação, nos permitir dar aula é uma ajuda a distribuir conhecimento. Muitos alunos meus, do tempo que eu dava aula, estão hoje nas casas agrícolas, nas fazendas, nas empresas e inclusive no Incaper e tenho orgulho deles. Inclusive dentro da própria avaliação do Incaper, dar aula, participar de programas de pós graduação, orientar, ter bolsistas nos da muitos pontos. Não atire no que você vê mas não compreende. Saudações.

      • JOSE ALTINO MACHADO FILHO disse:

        E outra coisa. Se antes de atacar você fosse analisar direito sua fala, se for as universidades de Linhares, vai descobrir que tem mais colegas do Incaper dando aula de outras categorias também, o que é justo e correto. Não está fácil para ningúem. Queria eu poder dar aula novamente. Tive muito mais projetos aprovados e bem executados quando estou dando aula.

  3. Márcio disse:

    Será que é só eu que estou sentindo vergonha desta diretoria? Que covardia com os demais servidores.

    • Não amigo Marcio, também sinto vergonha, nós que estamos com mais de 50% de defasagem salarial, e os pesquisadores pedindo somente para eles. Já soube em outras épocas que houve situações em que pensassem dessa forma, mas atualmente os tempos são outros, e entendo como é sentir-se traído. Será que acharam que não ia vir a tona tal ato? ou acharam que somos inocentes ou bobos? E sem contar que a diretoria é escolhida a dedo. E se não fosse? Acredito que devemos remar juntos, e não um grupinho só. Já se tem uma classe diferenciada, já se destacam dos demais. O que querem mais> Já ensaiaram várias vezes tentativas como esta. Confesso, estou cada vez mais estou decepcionado.

  4. Tião disse:

    Os pesquisadores de Linhares tem que pararem de se dedicarem ao particular e vestirem mais as camisa do Incaper.

    • JOSE ALTINO MACHADO FILHO disse:

      Amigo. Não propague o ataque as categorias. Não caia nesta cilada. Tem servidores em Linhares que pediram licença porque ganham mais fora, mas quem fica, não pode ser acusado de só cuidar do particular e não vestir a camisa do Incaper. Numa situação salarial como esta, quem pode dobrar a jornada de trabalho por fora pra complementar a sua renda, esta lutando pra não ter que pedir licença ou exoneração e manter o conforto de seu lar. Não seja injusto.

  5. Fernando Magno disse:

    Uma boa comunicação e o entendimento de que a luta vai além dos salários e benefícios, não que esses não tenha importância; têm muita importância. Acredito que a boa comunicação e a formação sindical classista seja o divisor de águas que esta faltando.
    Urge fazer o resgate histórico da consciência classista. Urge a aplicação de uma boa comunicação, essa capaz de confrontar a propaganda oficial, e claro, da mídia tradicional que fatura alto nas propagandas institucionais.
    O trabalhador de modo geral tem que se enxergar numa massa única de resistência, uma massa única de exploração diante das silenciosas políticas de desmonte imposta.
    Pelos comentários, é fácil identificar que o Sistema conseguiu o que queria: Dividir essa importante categoria de servidoras e servidores públicos, que produz maravilhas para a sociedade, não só capixaba, mas para todo o país. Afinal, já vi inúmeras reportagens no Globo Rural com profissionais diversos do Incaper: Tanto da ATER, quanto de Pesquisa.
    Respirem… Enquanto nos dividirmos como classe trabalhadora, vamos facilitando o massacre imposto. O massacre esta geral. resistir é preciso. E a resistência nasce na boa comunicação, e no resgate da consciência classista; da consciência crítica e política.

  6. Fernando Magno disse:

    Uma boa comunicação e o entendimento de que a luta vai além dos salários e benefícios, não que esses não tenha importância; têm muita importância. Acredito que a boa comunicação e a formação sindical classista seja o divisor de água que esta faltando.
    Urge fazer o resgate histórico da consciência classista. Urge a aplicação de uma boa comunicação, essa capaz de confrontar a propaganda oficial, e claro, da mídia tradicional que fatura alto nas propagandas institucionais.
    O trabalhador de modo geral tem que se enxergar numa massa única de resistência, uma massa única de exploração diante das silenciosas políticas de desmonte imposta.
    Pelos comentários, é fácil identificar que o Sistema conseguiu o que queria: Dividir essa importante categoria de servidoras e servidores públicos, que produz maravilhas para a sociedade, não só capixaba, mas para todo o país. Afinal, já vi inúmeras reportagens no Globo Rural com profissionais diversos do Incaper: Tanto da ATER, quanto de Pesquisa.
    Respirem… Enquanto nos dividirmos como classe trabalhadora, vamos facilitando o massacre imposto. O massacre esta geral. resistir é preciso. E a resistência nasce na boa comunicação, e no resgate da consciência classista; da consciência crítica e política.

  7. Fabíola Lacerda disse:

    É lamentável uma matéria dessas! E mais envergonhada estou é de pagar por um sindicato que não me representa, em vez disso, apunhala de forma pública, pois, se deixou essa matéria até agora é porque concorda! Como o colega Altino lá em cima já citou e reitero, enquanto a outra classe pode percorrer tanto na vertical qnto na horizontal, eu , com Msc. assim ficarei só nas progressões até entrar para um Doutorado e ficar mais 4 anos de esforço e estudo. E os bastidores de um Dr são pressão, insônia, gastrite nervosa, privação de convívio familiar, e quando não vira coisa pior … E tanto esforço hj pra quê? Para ganhar 5% a mais!!! Se nos finais de semana eu vender “bolinho de pote” ganho mais que meu colegas Doutores. Já a categoria que já foi contemplada, mesmo os colegas que entraram no mesmo período, foram apresentando suas especializações promovendo e progredindo, nós não! É JUSTO? AQUI NÃO ESTAMOS PEDINDO REAJUSTE DE SALÁRIO, E SIM, CORREÇÃO NA % DA TABELA PARA QUEM É DR. E o que eu ganho com isso vindo aqui me expor: NADA!!! A não ser que eu vá para o Doutorado!!! Prq no meu plano não é permitido!!! Me lembro como se fosse ontem , que na Assembléia, vimos que isso estava errado, mas nos foi dito que se a proposta não passasse do jeito que estava , voltaria e ninguém ia ganhar nada!!! Nós recém chegados na instituição fomos pressionados a deixar passar daquele jeito para dar apoio à classe dos técnicos e de campo (que estava necessitando de reajuste urgente) e pela classe dos outros colegas que já estava com o seu plano todo ajustado. Como minoria, nos silenciamos e ainda estamos aguardando as justas correções no nosso PLANO DE CARGO!!! NÃO È REAJUSTE DE SALÀRIO!!! E agora estamos sendo tachados de traidores. É muito triste isso, apoiamos, e no momento em precisamos do apoio – e que muito ajuda quem não atrapalha- é chuva de pedrada!!! Enquanto isso, muitos colegas da pesquisa já deixaram a instituição. Tenho enorme carinho e consideração por muitos colegas (Técnicos e de campo), e prezo pela parceria e bom convívio com todos. E esse “climão” causado por essa matéria, tem seus efeitos, que os “irresponsáveis” por ela querem é a máxima: botar uma categoria contra a outra e assim ninguém ganha é nada!!! Com certeza a Assin e muito menos agora, o sindicato, se mostra não nos representar… Que aliás que em vez de fazer o seu trabalho, para corrigir essas disparidades, há mais de ano e meio sabe sequer em que Vara o meu processo foi protocolado e nem a cidade!!! PARABÉNS Sindipúblicos !!!

    • JOSE ALTINO MACHADO FILHO disse:

      Parabéns. Bem lembrado de nossa contribuição.

    • Márcio disse:

      Entendo sua frustação. O PCS tem um monte de aberrações. Mas, nao sei se vc lembra, mas a propoata fo governo foi de colocar promoção por seleção para todos os cargos. Mas a titularidade foi uma alteração propoata pelos servidores da pesquisa. Inclusive, em 2012 a proposta da Assin, era de haver uma promoção mista, tanto por titularidade para aqueles que forem conseguindo reaçizar seus cursos, quanto aos que não seriam liberados como é o seu caso. O percentuais são muitos baixos, e ainda temos outras categorias que nem a classe 4 tem. Assim como há colegas que terminaram seu doutorado a 4 anos e não subiram de classe, ou mesmo com mestrado e ainda estão na classe I. Temos que buscar um PCS que busque minimizar estas condições para todas as categorias.

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