Governo Hartung abandona ambulâncias em pátio e deixa faltar remédios

O fim do desestruturante governo Hartung, que passou quatro anos sem investir nos serviços públicos, agravou neste último ano com o total abandono em diversas áreas, como é o caso da saúde.

Nesta semana, a população da Grande Vitória denunciou publicamente a falta de diversos medicamentos nas farmácias estaduais e também o abandono de 12 ambulâncias que ainda estariam em condições de uso.

Conforme publicado pela imprensa, pelo menos 10 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão estacionadas, sem uso, em uma oficina da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), em Cariacica. Moradores afirmam que os carros estão nesse espaço há muito tempo, sem manutenção e sem reparos.

O descaso na saúde também está afetando diversos pacientes que dependem de medicações específicas, principalmente os utilizados no tratamento do diabetes, da ansiedade, da esquizofrenia e do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

Entre as medicações, estão o Metilfenidato, conhecido como Ritalina, usado para tratar Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), o Clobazam, Imiglucerase, Insulina Glulisina, Risperidona Solução Oral e Tolterodina.

Procurada pela imprensa, a Sesa disse que o estado recebeu uma doação de 18 ambulâncias do Ministério da Saúde para renovação de frota e, por isso, retirou de circulação 12 ambulâncias, que estão paradas que serão doadas para alguns municípios, mas, para isso, depende de uma autorização do Ministério da Saúde. Já sobre a falta de medicação, alegam que a falta de medicamentos é uma situação pontual, já que a Sesa disponibiliza mais de 300 medicamentos diferentes e, em relação aos que estão faltando, existem alternativas.

Tanto a falta de medicamentos, quanto as ambulâncias paradas demonstram o descaso do governo Hartung com a utilização de recursos públicos afetando diretamente a vida de centenas de capixabas. Demonstra ainda uma falta de planejamento para evitar que pacientes interrompam seus tratamentos e que ambulâncias sejam devidamente utilizadas.

Com informações do GazetaOnline